Dava-lhe beijinhos nos dedinhos e perguntava um a um de quem eram.
Ele dizia que eram dele e eu, na brincadeira, respondia-lhe que eram meus!
Até que me explicou, num sorriso rasgado:
-oh mãe, não vês te tão pesas a isto ( palma da mão)! É pute são meus!
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